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  • Rejane Planer

Fatos mediúnicos vivenciados com Divaldo Pereira Franco


No entanto, foi em 1992, quando organizamos sua primeira palestra na sede das Organizações das Nações Unidas (ONU) em Viena, que conhecemos pessoalmente o nobre amigo e benfeitor.

De pensamento analítico e racional, por não conhecer ainda a Doutrina em profundidade, posicionávamo-nos como São Tomé: ver para crer. Divaldo cativou-nos com seu pensamento claro e objetivo, com sua postura elegante, séria e fraternal, sempre transmitindo carinho e compreensão, mas nunca ultrapassando as barreiras do comportamento social digno. Após a sua palestra, fomos convidados a casa de uma colega e amiga (Selma Chi Barreiro) que havia feito o primeiro contato com Divaldo. Fizemos o culto do Evangelho do Lar. Éramos 6 pessoas: Selma e seu marido, Josef Jackulak, Divaldo e Nilson e eu.

Nesta ocasião, Divaldo, após as orações,  disse que iria dar um passe em  todos que estavam em volta da mesa. Eu estava em oração, quando  senti que recebia o passe. Sentí o movimento leves de ar a minha volta, quase como uma brisa leve a envolver-me, e curiosa - abri os olhos! Para minha surpresa, enquanto eu recebia o passe, Divaldo dava passe em outra pessoa, no outro lado da mesa, perfeitamente visível aos meus olhos. Divaldo olhou-me e simplesmente sorriu.

Foi realmente o meu teste de São Tomé.

2. Manifestações de perfumes de rosas, de éter ou de canfora


Odor de éter, canfora ou rosas

Olhando para trás no tempo, hoje entendemos como aceitamos fatos e fenômenos extraordinários, como ocorrências normais, tão acostumados ficamos com eles. Em meados dos anos 90, começamos também a participar de seminários e palestras proferidos por Divaldo Franco em diversas cidades europeias. Principalmente o ciclo de seminário e palestras anuais durante o feriado de Pentecostes, que se realiza todos os anos na sede do G-19[1] em Zurique.

Este seminário, inicialmente organizado pelo arquiteto suíço André Studer[2], hoje em dia por sua esposa Teres Studer, tem sido para nós um dos pontos altos destes encontros anuais com Divaldo Franco. Não somente porque desde a primeira vez que participamos no seminário vivenciamos experiências inusitadas, mas principalmente pelas oportunidades de aprendizado que nos tem sido oferecidos através da convivência com estes homens de Bem, Divaldo Franco e seu primo Nilson de Souza Pereira.

Os eventos, que relatamos a seguir, repetiram-se em tantas ocasiões, que os tomávamos por normal, quando estávamos próximos a Divaldo.

O cheiro do éter, de canfora ou do perfume das rosas eram ocorrências comuns.

Ocorriam durante as viagens, durante as palestras e no final do seminário durante a oração final ou a meditação de visualização sob orientação de Divaldo Franco.

Normalmente viajávamos com Josef Jackulak de Viena à Zurique, de modo a chegarmos no G-19 pela manhã na sexta-feira, para aproveitar o dia com Divaldo e Nilson. Naquela época, André Studer hospedava Divaldo num apartamento de 3 quartos, muito confortável, no primeiro andar do edifício do G-19, e generosamente, permitia que nós ali nos hospedássemos. Éramos jovens, dividíamos o trabalho da casa nestes dois dias; fazíamos o almoço e o jantar; tratávamos com carinho de filhos estes dois nobres amigos, que carinhosamente passamos a chamar – nossos velhinhos, e tornaram-se queridos pais do nosso coração.

Assim, chegávamos ansiosos para preparar tudo que era necessário e usufruir a companhia dos amigos, Divaldo e Nilson e também daqueles que chegavam de outras cidades da Suíça e da Europa para também revê-lo. Com Divaldo e Nilson era uma convivência de breves momentos, roubados entre as atividades de psicografia de Divaldo Franco, que nunca para, os intervalos das palestras ou a conversa leve durante o almoço e o jantar.

Os fenômenos que relatamos aqui iniciaram-se em torno de 2003-2004. Nesta época, além de enfrentarmos grandes batalhas no trabalho pioneiro de divulgação da doutrina na Áustria, iniciamos um trabalho mais intenso, de palestras mensais nas Repúblicas Tcheca e Eslovaca.

Até meados de 2000, viajávamos de trem durante a noite toda. Chegávamos pela manhã cansados da viagem, mas bem-dispostos e alegres como crianças. Recordo-me muito bem, de certa ocasião, quando na entrada do prédio, ao buscarmos a chave deixada para nós por André Studer, fomos envolvidos por intenso cheiro de éter. Note-se que, não há nas imediações qualquer local ou fonte de éter ou álcool. Brincamos que estávamos sendo “desinfetados”, mas na realidade ali estávamos já recebendo as graças do Alto, benefícios para a nossa saúde do corpo e energias para a alma. Esperança e força espiritual para os desafios da vida.

Durante a estada em Zurique também era comum repetirem-se estes fenômenos durante o seminário no G-19. As manifestações ocorriam durante as palestras, individualmente, ou ao final. Os relatos das pessoas variavam. Alguns sentiam cheiro de éter ou “cheiro de hospital”, outros sentiam perfume de rosas ou outra fragrância floral. A fragrância floral que experimentamos algumas vezes, era tão diferente que que não posso definir bem, pois não a reconheço até hoje. Mesmo as pessoas sentadas lado a lado, podiam sentir odores diferentes, caracterizando o fenômeno espiritual, direcionado a necessidade e merecimento de cada um.

Mas não era somente em Zurique que vivenciávamos estes fenômenos. Uma ocasião viajávamos de carro para Praga, onde desde 1989, Divaldo profere palestras, traduzidas pelo nobre amigo e companheiro de lidas espíritas Josef Jackulak, e sentimos todos o perfume das rosas, característico de Joanna de Angelis.

Outra ocasião, viajávamos de retorno a casa, depois do seminário em Viena, com o gaúcho Décio Carvalho e sua esposa Carmen, e o cheiro de éter inundou o nosso carro. Lembro que comentamos e eu ainda olhei para ver se estávamos próximo a algum posto de gasolina, ou outra fonte do misterioso cheiro, mas não havia nada na estrada. Lembramos imediatamente do amigo e dos benfeitores espirituais, agradecendo a proteção na viajem de retorno.

Óleo de rosas


Um outro evento marcante, que vivenciamos, ocorreu no final do seminário no G-19 em Zurique, creio em torno de 2007.

Normalmente, Divaldo encerrava o seminário com uma oração ou meditação com visualização orientada por ele mesmo. Nesta ocasião, um silêncio de profunda paz preencheu o recinto. Divaldo caminhou entre nós, tocou no pulso ou na mão de cada pessoas, deixando ali gotas oleosas, que ele produzia espontaneamente da palma de sua mão e de seus dedos. Cada pessoa recebeu estas gotas de óleo sagrado. Não posso dizer sobre o odor deste óleo em outras pessoas, mas podemos dar testemunho de que Josef, Tina e eu, percebemos os cheiro das rosas, como creio a maioria sentiu. Éramos em torno de umas 40 pessoas, incluindo André Studer e sua esposa, Josef, Tina, Edith e outros. Este óleo perfumado perdurou por bastante tempo na minha pele, e até o dia seguinte, ainda sentia o seu perfume.


Água fluidizada com cheiro e gosto


Outro evento usual, era a fluidização[3] da água que levávamos para casa e tomávamos em doses homeopáticas durante o ano.

Durante os seminários, como é usual em qualquer casa espírita, as pessoas deixavam (e ainda deixam) perto da mesa onde ele palestrava, garrafas com água mineral. Vi várias pessoas, abrindo a garrafa ali na hora, portanto era água pura mesmo.

Normalmente eu também colocava a minha garrafinha de água mineral na mesa junto as outras, mas uma ocasião, estávamos com sérios problemas de saúde e enfrentamentos no campo da vida, assim que Divaldo disse que iria fluidizar a água separadamente das demais. Era usual que ele fizesse isto, para algumas pessoas, por orientação dos nobres Benfeitores.

Compramos a água mineral e ele e Nilson fluidizaram a água após as palestras. Quando abrimos a garrafinha de água mineral, a água tinha gosto e cheiro de cânfora. Levamos para casa e guardamos esta água no guarda-roupa, escuro e não ventilado, e tomamos pequenos goles o ano inteiro. Um ano recebemos cânfora, e em outro, água com perfume de rosas. Ainda hoje, fevereiro de 2015, tenho o restinho da água que ele fluidizou em 2013. A água jamais criou bactérias, contaminou-se, nem alterou o gosto. Este fenômeno aconteceu por vários anos, quando recebemos água fluidizada, como tratamento e auxílio espiritual para as mazelas que todos temos que enfrentar na vida terrena.


3) Psicofonia direta


Tem sido muitas as graças e manifestações através da mediunidade missionária de Divaldo Franco. Estivemos também presente, em ocasiões em que Divaldo nos trouxe iluminadas comunicações dos Benfeitores por psicofonia.

No Brasil, este fenômeno pode ser comum, mas para nós que vivemos no exterior há mais de 26 anos, e não temos contato muito com outros médiuns de escol de Divaldo Franco, é um fenômeno impar.

Ouvir e ver Dr. Bezerra de Menezes através da psicofonia e transfiguração de Divaldo Franco no Congresso Espírita Internacional em Paris, no ano de 2004, foi de uma beleza indescritível –um atestado da imortalidade da alma. No fenômeno assistido por mais de mil pessoas presentes no auditório do Congresso, o tom da voz de Divaldo mudou, tornando-se rouca como a de um senhor muito velho, seu rosto transfigurou-se parecendo-se com o do Dr. Bezerra e seu corpo parecia encurvar-se. Pelo que observei naquela ocasião, Divaldo não se encurvava, mas parecia encurvar-se.

Ouvir a voz da benfeitora espiritual Joanna de Angelis, a quem consideramos uma mãe espiritual, deixou-nos a certeza de que nunca estamos sós. Este fato marcante, ocorreu quando quando Divaldo Franco esteve conosco na Turquia em 2007 para proferir a primeira palestra espírita na cidade de Istambul a convite de um colega da ONU de Viena. Por 4 ocasiões ele também proferiu palestras na sede das Organizações para as Nações Unidas (ONU) em Viena. Em suas suas palestras nestes locais, sua palavra eloquente atingiu pessoas de vários países e de diferentes crenças religiosas. Foi assim, que o surgiu o convite do Dr Haluk Berkmen, para Divaldo palestrar em Istambul, Turquia em 2007.

Viajamos a Istambul via Izmir, pois aproveitamos para visitar Éfeso, a cidade onde o apóstolo João havia pregado, e a Casa de Maria Santíssima, que fica em uma colina próxima as ruínas de Éfeso. Hospedamo-nos em um hotel, perto da cidade e a noite Divaldo chamou o pequeno grupo para o Evangelho no lar, no seu quarto de hotel. Éramos 6 pessoas incluindo, Nilson, Divaldo e eu. No final do Evangelho, fomos agraciados por bela mensagem psicofônica de Joanna de Angelis, que numa voz doce e suave deixou mensagem significativa a respeito ao trabalho na seara espírita e as responsabilidades do trabalhador do Senhor. Uma mensagem de alento e coragem, para que soubéssemos enfrentar os desafios do mundo, e seguir no trabalho no ideal do Consolador.


Referências

[1] G-19 Fundação para desenvolvimento da consciência global (Stiftung zur Förderung globalen Bewusstseins) [2] André M. Studer (1926-2007), fundador do G-19, foi um dos denominadores da arquitetura suíça no século 20, conhecido por suas ideias individuais e formas originais de pensamento na arquitetura do pós-guerra. [3] Entende-se por fluidização a água é o fenômeno espírita de impregnar as moléculas de água com energias espirituais.

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